Reflexões sobre o Jacundá Festival 2017

17/07/2017 | sem comentário | Categoria(s): Festivais

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"É aqui que a onça bebe água. Bem-vindo ao maior festival de psytrance da floresta amazônica. Aqui celebramos como nossos ancestrais. Aqui todos são iguais. Aqui reina a paz e o amor. Aqui somos força e luz  - rezava a convocatória do Jacundá Festival, o qual aconteceu entre os dias 29 do 2016 e 04 do 2017, no Presidente Figueiredo, um municipio localizado no interior da Amazônia, a pouco mais de 100 km do Manaus, conhecido pelas suas belas cachoeiras.

A menssagem era clara, o convite sugeria, no mínimo, uma vibe inesquecível. Motivados pela curiosidade, procuramos alguém que pudesse nos contar como foi a experiência.

Achamos a Daphinne, mineira, amante do trance , quem tinha escrito num papel o profundo impacto que a terceira edição do Jacundá Festival tinha deixado nela.

Aquí a sua vivência:

"Um elo ancestral que uniu seres e povos, para viver momentos em outra dimensão. Mais presente, mais real, mais enraizada no AGORA, sem tempo nem espaço. E é essa energia que trouxe comigo. O verdadeiro valor da vida, de viajar pelos mundos e tempos, mas sempre focada no agora. Trazer a origem, mas acompanhada das mudanças. 

Esse festival me proporcionou viajar por vários universos interiores. Cada um com sua essência intrínseca que refleti no meu ser. Nosso espírito é complexo demais, há várias facetas de uma  coisa só. Há várias formas de enxergar. E quanto mais se mergulha no mar das diversidades, mais se expande o oceano do inconsciente.

Toda essa magia que envolveu cada vivência nesse festival, veio para nos fazer olhar para dentro, enxergar e libertar nosso verdadeiro espírito de luz. Eu via as pessoas todas coloridas e com diversos fótons de luz espalhadas pelo corpo. Vi também um véu energético colorido envolvendo todos como ondas eletromagnéticas astrais. Pude perceber que o magnetismo ali presente, era a luz transcendental que cada ser estava emanando e assim formando um único ser. Formado pelos seres vegetais, humanos, cristais... Nesses momentos entrei em transe, então minha mente se esvaziou.

Após algum tempo refletindo sobre, cheguei a conclusão de que todas essas cores que vi, são as áureas das pessoas, e os fótons de luz são seus chakras abertos brilhantes e vibrando com toda intensidade. E esse véu é a nossa UNIDADE. E todos livres envolvidos em uma dança cósmica multidimensional.

Entramos em uma espécie de templo de dança. E nessas danças colocamos pra fora tudo o que não nos pertencia mais. Apegos, sentimentos bloqueadores e tudo mais. Ao liberar as frequências bloqueadores que nossos egos alimentam, abrimos espaço para muita luz entrar.

Transmutamos toda essa energia. Vi raios violetas descendo do céu e nos envolvendo com toda a força. Eu senti como nunca a minha ancestralidade e meu espírito selvagem. Muitos seres que encontrei ali, na verdade sinto que reencontrei. Que percorremos vidas e vidas até chegar naqueles momentos que o universo nos preparou. Reforçando a ideia de que nada é por acaso, tudo tem um propósito maior. E justamente quando estamos entrando no ano um, tal acontecimento é realizado. Significa que o nosso caminho para a ascensão acaba de se firmar.

Lá os meus instintos ficaram mais aflorados e me mostraram que devo sempre confiar neles e deixar tudo fluir. Para que eu tenha as vivências necessárias para trabalhar vários pontos em mim e em todos.

Com a minha essência selvagem aflorada e conectada, pude sentir a terra pulsando, me senti no útero de mãe Gaia"

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