Viver de Trance – Tribalistik, joalheria alternativa

No marco da criação da 1° Feria Mix Digital do Trance, iniciamos um espaço de divulgação dos projetos que a constituem e que estarão fazendo ciclos de promoções, que vocês poderão encontrar sob o nome de BOIADA DA SEMANA.

 

Seguindo nossa missão como portal, e no intuito contribuir à UNIÃO da Cultura Trance, tentamos aproximar os/as empreendedores/as psicodélicos/as do seu público, não só a partir dos seus produtos, senão também da sua história de vida, do seus sonhos e desafios.

Vamos começar com as jóias alternativas da Tribalistik, que esta semana estará com 20% de desconto em muitos dos seus produtos. Bora lá? 😉

JOALHERIA ALTERNATIVA: PEÇAS, MATERIAIS E COMÉRCIO JUSTO

As matérias primas se dividem em duas categorias: orgânicas e metais. Os metais são prata 92.5,  brás e brás branco (ambos são ligas de cobre sem níquel, cádmio e chumbo) e o aço cirúrgico 316L. Por sorte, alergias e irritações estão descartadas: a empresa assegura que nenhuma peças contém ligas com níquel, chumbo e cádmio!

Os orgânicos são madeira, osso e chifre de búfalos (como matéria prima secundária, não são mortos para esse fim), conchas (abalone e madre pérola) e pedras semi preciosas (ônix, turquesa, etc).

PIERCINGS


BRINCOS

ALARGADORES (REAIS E FALSOS)

A maioria das peças é feita de forma manual, por artesãos experientes da Tailândia e da Indonésia. São adquiridos através de um processo de importação chamado Fair Trade (Comércio Justo), o que implica que são comprados de empresas que viabilizam a economia regional, que respeitam os de direitos dos trabalhadores e utilizando matéria prima abundante do local de origem. Também a Tribalistik tem alguns fornecedores de piercings nos EUA.

O NASCIMENTO E A IDENTIDADE DA TRIBALISTIK

As características do mundo do trabalho moderno, tem forjado uma geração que não consegue ignorar a suas contradições. Não são poucos os que fantasiam com deixar seus trabalhos “comuns” e viver de uma forma mais alternativa, obtendo uma renda a partir de um produto diferenciado, que represente uma forma de enxergar o mundo ou um estilo artístico em específico, e claro, que seja versátil o suficiente para ter flexibilidade para ir e vir; depois de tudo, aprendemos com a globalização que o mundo está, potencialmente, ao alcance da nossa mão.

Nesse contexto, Alana Curi e Luiz Evangelista eram mais um casal que alimentava o desejo de mudar seu estilo de vida. Mas precisou que a pequena Maia os convertesse em pais, para eles assumirem a urgência da mudança. Com a filha em casa, a necessidade de vê-lá crescer foi o combustível para agilizar os planos, que se materializaram na criação de uma empresa de importação e distribuição de joalheria alternativa.

Alana Curi e Luiz Evangelista

O casal juntou a suas habilidades profissionais para desenvolver uma marca que tem por intuito trazer ao Brasil a possibilidade resgatar a essência tribal da joalheria, através de peças muitas vezes difíceis de achar no país. Nas suas próprias palavras,  a missão da Tribalistik é “Trazer para dentro do mercado brasileiro jóias que enaltecem a personalidade de quem as usa, que gritam por uma quebra de estereótipos e de libertação dos padrões sociais”. 

Após 1 ano desde o nascimento da marca, o casal disse que o principal desafio é acreditar no sonho e não se desanimar, mesmo quando os problemas aparecem: “Empreender no Brasil é para os fortes, pois precisa de muito estudo, planejamento, determinação e outras fontes de renda enquanto o seu negócio busca estabilidade financeira. Esse já é nosso  terceiro negócio próprio, e acreditamos que a persistência e a paixão são ferramentas muito importantes para vencer esses desafios”.

E nessa linha, eles buscam se expandir a partir da sua inclusão na Feira Mix Digital do Trance. Assim como muitos outros empreendedores da cultura psicodélica, a Tribalistik encontrou no e-commerce, uma possibilidade de aumentar o alcance do seu projeto, sem ter que necessariamente expor por vários dias em festivais (hoje incompatível com sua rotina como pais de uma pequena).

A OUTRA CARA DA TRIBALISTIK: DJ ALANITA

Alana também é conhecida dentro do Trance como Dj Alanita, quem há 13 anos podemos ver trás dos controles, seguindo a linha do som noturno.

Em uma entrevista com o portal, a empresária e dj nos contava: “Meu encantamento pelo Trance começou em 2003/2004, quando fui para minhas primeiras festas. Logo me identifiquei com o mundo psicodélico e fui construindo ferramentas para que eu pudesse participar ativamente das festas como realizadora e não expectadora. Comecei a tocar em 2006 e a vida foi apresentando oportunidades para que eu amadurecesse como dj e menina-mulher (dos 17 aos 30 anos!) e encontrasse outros coletivos que também estivessem buscando essa evolução musical e pessoal.

Tive o privilégio de fazer partes de muitas gravadoras ao longo desse caminho, mas a que eu mais me orgulho é a Uroboros Rec, a maior representante do prog dark em solo nacional. Fiz parte desde o início dela (completando 10 anos esse ano) e já trabalhei ativamente como gerente da gravadora para que crescesse no âmbito mundial e nacional.

Sou muito grata por tudo que aprendi ao longo desses anos como dj e sigo torcendo para que toda a cena continue crescendo no profissionalismo, para que mais pessoas como eu possam fazer dessa paixão pelo Trance uma profissão verdadeira”

Dj Alanita, Revolution Festival 2014 | Fotografia: Rodrigo Della Fávera

 

Confira a promoção e outros produtos da cultura psicodélica na Feira Mix

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