Resenha Terra Azul #5 2017- Uma celebração à vida.

20/11/2017 | sem comentário | Categoria(s): Festivais

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Foto: Rodrigo Gomes 

Hoje contarei pra vocês como foi o melhor festival que tive o privilégio de ir esse ano, o Terra Azul!

Tudo começou quando eu busquei trabalho no evento e fui contratada para atender no bar do MainFloor de quinta a sábado no turno da noite (das 18h as 02h) com folga na quarta e domingo.
Foi a primeira vez que trabalhei em um festival e adorei a experiencia pois pude prestar o serviço e aproveitar o evento ao mesmo tempo! (Agradeço ao Wagner, responsável pelo gerenciamento dos bares/caixas pela oportunidade pois foi uma honra fazer parte de um festival tão especial) 

O conceito do Terra Azul 2017

O tema da quinta edição do festival é a minha árvore favorita: a Araucária!

Foto: Rodrigo Della FáveraAraucárias na Vila das Borboletas | Fotos: Isabela Leite

 A moeda do evento era chamada de pinha (esses detalhes fazem a diferença) ao passo que o design da pulseira e do copo possuiam um desenho bem legal de um trancer dançando perante uma fogueira no centro de uma Mata de Pinhais.

A decoração e infraestrutura foi realizada pela equipe:

Fotos: Isabela Leite

E além de estar lindíssima foi toda criada no conceito de proteção à natureza e circulação de boas energias!

Foto: Rodrigo Della Fávera

ESPAÇOS / STAGES

1) Palco Araucaria

O main floor,  Araucária, foi desenvolvido em bioconstrução com bambu que causa menos impacto ao meio ambiente.

Foto: Rodrigo Della Fávera

Ele foi projetado com dez lados simbolizando a geometria sagrada e estimulando a troca de energia entre as pessoas.

Visão aérea do Palco Araucaria | Fotos: Rodrigo Gomes 

A tenda do main floor cobria o frontstage permitindo que o publico curtisse perto da caixa de som sem sofrer com sol ou chuva, um ponto muito positivo! (por mim todos os festivais poderiam ser nesse formato com o front sendo abrangido pela cobertura)

Foto: Triphotos

Fotos: Rodrigo Gomes 

2) Palco Gralha Azul

Já o palco alternativo recebeu o nome de Gralha Azul, no intuito de chamar a atenção do público quanto ao risco de extição que a ave, gerlamente encontrada nas florestas de araucárias, está correndo. A gralha azul (símbolo do Paraná), é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante o outono, quando as araucárias frutificam, as gralhas estocam os pinhões para deles se alimentar posteriormente e neste processo, os encravam no solo para a formação de uma nova árvore.

O palco alternativo era livre de rotulos e contava com uma grande diversidade de sons. Assim como a ave que nao possui restrições a florestas, o stage convidava o público a deixar para tras qualquer juizo de valor e vivenciar os ritmos variados.

A estrutura foi montada pelo Kadu (Arte Astral) e o palco foi construido pelo Nhandeu Artes  {CONFIRA a matéria sobre : Nhanderu Artes – Decoração & Bioconstrução Nacional, idealizadores dos palcos orgânicos mais originais da cena}

Foto: Rodrigo Gomes 

Palco: Nhanderu Artes | Foto: Flabio Ribeiro - Mushpics

A Gralha azul tambem estava presente no Main Floor na forma de um desenho acima do palco:

Fotos: Rodrigo Della Fávera

3) Espaço Pinhãozinho

Um lugar onde pais e filhos vivenciavam arte e cultura através de diversas oficinas artisticas como marionetes e brinquedos reciclaveis bem como teatro, brincadeiras lúdicas, gincana, horta e muito mais!. A programação era diaria das 09h as 20h com bastante entretenimento e diversão para os pequenos, inclusive bebês.

Foto: Isabela Leite

Foto: Matheus Henrique Fotografia

Criadores de Perspectivas | Foto: Triphotos

4) Espaço de Cura

Um ambiente super especial que possuia a missão de reconectar as pessoas à sua essencia e promover a cura interior atraves de terapias holisticas, yoga, massagem, meditação, alinhamento de chackras, reiki, dentre outras formas alternativas de cura da alma, espirito e mente.
A tenda funcionava de quinta a sábado das 09h as 17h.

Foto: Isabela Leite

Foto: Triphotos

Tive a grata oportunidade de receber a massagem maravilhosa do massoterapeuta Victor Pereira e da Leila Budal a doação de Deeksha que canalizou muito amor pro meu coração. Deeksha significa benção em sânscrito e será tema de um post futuro pois o recebimento semanal dessa energia vem mudando a minha vida.

Leila aplicando Deeksha no Espaço de cura | Foto: Flabio Ribeiro - Mushpics

5) Jardim de ideias

Um festival semeado com contação de historias, canções, poemas e oficinas como tecido acrobático, bambolê, slackline, malabares, permacultura, respiração e alongamento para que o PLUR seja vivenciado atraves da ativação do consciente coletivo.

Foto: Rodrigo Gomes 

6) Galeria de Artes

Exposição de arte reunindo diversas obras psicodelicas criadas por artistas inspirados no movimento hippie com o objetivo de reunir e despertar novos talentos da cultura alternativa.

Foto: Triphotos

7) Redução de Danos

No centro do mainfloor estava a equipe Redução de Danos onde era possivel obter informações sobre o uso consciente das substancias e testar a composição quimica das mesmas de forma gratuita através dos reagentes.

Foto: Rodrigo Gomes 

INTERVENÇÕES ARTISTICAS

O festival contou com inumeras intervenções incríveis que eram simplesmente um show à parte encantando adultos e crianças.

Ingrid Gonçalves, Vini Cirque & Merreus das Calopsitas | Fotos: Flabio Ribeiro - Mushpics

  Pirofagia: Merreus das Calopsitas, Circoloko & Vini Cirque | Fotos: Rodrigo Della Fávera

APRESENTAÇÕES: DJ

Entre todas as apresentações, vou comentar algumas das minhas favoritas. Como boa amante do full on, o Terra Azul foi um prato cheio e mesmo trabalhando eu aproveitei todos os projetos pois estava atendendo no Main Floor tendo a visão completa do palco!

* Quinta-Feira 07.09.17 : Durante a madrugada de quarta para quinta, destaco o Full On Night do projeto Quantiks Live.

Guilherme Cercal, aka Quantiks Live | Foto: Flabio Ribeiro - Mushpics

No fim da tarde, fui assumir meu primeiro posto no bar e durante o meu turno foi dificil ficar parada durante o Full On do projeto Tera e o Full On Night do Purist Live.

*Sexta-Feira 08.09.17:  Na sexta curti a sequência iradíssima de Silva, Pedro Thiel, Altruism (rainha!) e três horas de Rica Amaral que encerrou a apresentação com uma das minhas tracks favoritas de Goa, a Spiritual Healing do The Muses Rapt.

Rica Amaral | Foto: Isabela Leite

Foi uma tarde incrível de muita sonzera pra ninguem colocar defeito, simplesmente amei!
{Gravei um vídeo da Altruism tocando o seu remix da track Tokyo Sunrise do Sonic Species, confira aquí!}

Assumi meu turno e atendi as pessoas na melhor vibe possivel ouvindo a sonzera do Twelve Sessions que nunca decepciona seguido de Eclipse Echoes Live!

Assim que finalizei o trabalho, corri para o Palco Gralha Azul para assistir ao Rica Amaral que colocou a ciganada pra dançar o seu som místico que eu adoro!

*Sábado 09.09.17: Pela manhã ja acordei sendo agraciada pelo Progressive mara de Aho Live (projeto de Prog do Ital) e da linda Luana Cherry!

Luana Cherry | Foto: Rodrigo Della Fávera

Após uma pausa para o almoço, voltei para o Palco Araucária para a sequência sensacional de FullOn do Ital Live e Titicow que mandou um som de respeito!
Ao assumir meu posto, curti do bar a sequência épica de Full On do Burn in Noise Live (sonzera cabulosa de sempre), Gabriel Mello e Dust Live continuando com o Full on night de qualidade do Jhou, Synkronic Live e Diksha Live (esses lives foram magníficos).

*Domingo 10.09.17: No meu dia de folga, destaco o Goa do Psychowave e o Prog do Ahlandroid que fechou o festival com chave de ouro! Foi triste abandonar a pista pois a minha vontade era morar lá!

Psychowave  | Foto: Rodrigo Della Fávera

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Sem sombra de duvidas, é um festival que eu pretendo estar presente em todas as proximas ediçoes pois simplesmente amei!
Muitas crianças, cachorros, sorrisos e paz definem o Terra Azul!

VIDA LONGA AO FESTIVAL!

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